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'Escuta' não tem finalidade de marketing religioso, diz Secretário Geral do CELAM

Segundo Dom Jorge Lozano, a partir de domingo, a Assembleia Eclesial inicia uma nova etapa, baseada nas contribuições surgidas do encontro.

Há 7 meses - por Cléo Nascimento
\'Escuta\' não tem finalidade de marketing religioso, diz Secretário Geral do CELAM
O Secretário Geral do CELAM (Conselho Episcopal Latino-americano), Dom Jorge Eduardo Lozano, disse durante Assembleia Eclesial, nesta quinta-feira (25), que a atitude de 'escuta' precisa ser realizada como uma atitude de respeito a outra pessoa.
 
"Sabemos, 'escuta' não tem a finalidade de um marketing religioso, implica entrar com os pés descalços nos corações que se abrem, reconhecendo que estamos pisando em território sagrado", refletiu o arcebispo, lembrando a recomendação do Papa Francisco em sua mensagem aos participantes do encontro.
 
Dom Lozano também enfatizou que a Assembleia Eclesial tem etapas distintas e que o próximo domingo (28), fechamento do evento no México, não será a finalização da Assembleia, mas somente a conclusão de uma fase: "Teremos aberto um processo ao qual iremos fazendo outros discernimentos, a partir das contribuições que vamos recolher destes dias de trabalho, de partilha".
 
Recordando a V Conferência Geral de Aparecida, Dom Jorge Lozano contou que ao publicar o Documento conclusivo do encontro, os participantes se perguntavam quais seriam os caminhos para que o documento fosse apropriado pelos bispos. No entanto, logo se deram conta de que o mais importante "era que as dioceses se apropriassem dele, o povo de Deus, não apenas os bispos em suas jurisdições, mas toda a Igreja".
 
"Hoje, seguimos escutando algumas perguntas parecidas. Eu as tenho escutado e provavelmente vocês também. Quando falamos da Assembleia ou do Sínodo, às vezes dizemos: como fazemos para que os padres se apropriem deste caminho? Como fazemos para que os bispos acompanhem esse processo? Na verdade, deveríamos trabalhar para que todos os membros do povo de Deus o acompanhem e o assumam neste caminho".
 
O arcebispo também explicou que não se trata de contrapor vocações, mas de unir a todos, homens e mulheres de fé que, com diferentes carismas, vocações e ministérios constituem o povo de Deus, convidado a caminhar em unidade.

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